O cara perfeito terminando

Porque o cabelo faz parte da nossa identidade e todas nós sonhamos com um cabelo lindo e saudável, aqui vão alguns truques para cuidar e deixar o cabelo perfeito.. Escova de Dentes para Cabelos Soltos. Com um pouco de laca numa escova de dentes, penteie aqueles cabelos mais pequeninos de forma a fixá-los. Realmente agora só o tempo pra dizer se vc tomou uma decisão certa ou não. E só vc para saber o que realmente estava sentindo, as vezes a questão não era nem mesmo não sentir tesão, mas que talvez vc não o amasse mesmo, vc sabe de todas as qualidades dele e como ele era um cara perfeito, mas se vc não o ama então não vai poder ser feliz. Creep é um tipo de found footage que me intrigou, contando a história de um serial killer e uma de suas vítimas, sendo conduzida por uma experiência confusa e perturbadora, até sua execução em plena luz do dia. Eu fiz um review dele e mencionei o quão incrível é, e te juro que não esperava nada de uma continuação. 35 regras para conquistar o homen perfeito ... verdade, nada.” As Melanies produzidas — ex-transgressoras de Regras que aprenderam a lição depois de quebrar a cara comtantos foras dos homens — provavelmente dirão: “Sim, há um segredo.” ... Seele quiser saber mais a seu respeito quando o encontro já estiver terminando, elesempre ... O 'Sr. Perfeito' simplesmente é um simples mortal, que pode ser muito bem o seu marido, o seu irmão, ou seu namorado ou o seu vizinho, que pegou a dificuldades da vida e canalizou para o estudo e para a carreira, se tornando um profissional brilhante, competente e bem sucessivo, que lhe rende o título de 'Workaholic'. Tathi (@Doidosporserieselivros) 17/03/2019 O par perfeito é perfeito Elise é uma garota sonhadora, seus pais tiveram o casamento dos sonhos e ela decidiu desde pequena que esse era seu objetivo de vida, encontrar seu par perfeito. Apesar da descrença da irmã ela insiste nisso topando com todos os piores encontros e namoros que ela poderia ter em uma vida. -Perfeito.-Disse. Percebi que o treinador estava confuso. Ele sabia o quanto eu odiava ser chamado pelo meu sobrenome e agora assim de repente eu havia pedido uma camiseta com o nome Fletcher. Mesmo assim ele não tocou no assunto.-Bom, chamei você aqui para discutirmos com relação as nossas táticas.

Mais de um ano e ainda me culpo

2019.12.07 13:39 apenasumchico Mais de um ano e ainda me culpo

Faz mais de um ano q terminei um relacionamento de 7 anos com uma pessoa. Eu errei e ela errou, mas sobre a perspectiva de todos eu q fui o "cuzão". Não eu n trai, pelo contrário, foi ela. Eu saí da casa pq n me sentia mais parte daquilo, me sentia mal e oprimido. Tentei alguns lances pelo Tinder e foi um pior do q o outro, até q apareceu uma garota. Era lindo, era perfeito. Eu me sentia amado como nunca, mas aí devido ao lance de família dela nos desentendemos. Ela foi grossa, ela me fez sentir tudo aquilo de novo... Ficou o trauma da relação passada. E acabei terminando com ela.
Agora a pouco conversando com a minha ex ela me jogou verdades na cara q me fizeram notar algo e chegar até aqui: Eu, diferente dela, não consigo ir em frente pq sinto q preciso do perdão das merdas q fiz com ela pra poder ter uma relação novamente.
O foda é. Porque eu preciso disso? Pq eu n consigo superar ela e ser feliz com outra pessoa?
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.11.01 16:34 AprendizDeAstronauta Ela é diferente

Oi pessoal, por motivos de anonimato, estou usando uma conta que acabei de criar, pois ontem pela madrugada (2:10 Am), estava bem tranquilo em minha casa, terminando um projeto para meu curso da universidade..
Enfim, estava eu lá já bem cansado, mas com coisas para terminar, resolvi tomar um café, passar uns 5 minutos vendo coisas aleatórias para tentar relaxar e voltar para o trabalho.. e por alguma curiosidade repentina, fiz algo que nunca, em 1 anos inteiro de namoro, havia feito.. fui stalkear minha namorada. Sim amigos eu cometi esse erro que a modernidade oferece.
O que acontece é que eu confio muito nela, ela tem 6 anos a mais que eu, é uma mulher muito bem resolvida, tem 28 anos, muito verdadeira e sincera, e sentimental também, não suporta dormir com algo por resolver, algo pendente.
O X da questão aqui é o seguinte, nós nos conhecemos em um momento em que ela estava saindo da universidade, e eu ainda estou na metade do curso. Conversamos bastante, conheço ela bastante e ela me conhece tbm. Ela sempre teve um ar de superioridade em experiência, em algumas discussões e momentos difíceis, ela sempre fez questão de dizer que "havia me dito tudo o que era, e que eu não devia me surpreender, que ela foi bem clara com cada detalhe dela".. ela acabava por "vencer as discussões". Muitas vezes ela me disse que havia passado quase um ano sem ficar com ninguém, pois após sair de um relacionamento de 5 anos, ela aproveitou muito o tempo para se conhecer e não para ficar com ngm, até me conhecer. O que me incomoda é o que vou falar agora, ela disse nunca ter tido problemas em correr atrás de homens, nunca foi uma mulher como as outras, que se encanta por um cara, que tem ciúmes de outras mulheres, que faz joguinhos. Disse que nas redes sociais ela curtia fotos aleatórias, que não dava em cima de homens pela internet, que quando ela ficava com alguém era pq a energia batia (sempre algo bem místico nas palavras dela). Aí hoje de madrugada eu fui ver fotos do começo do ano dela (janeiro a junho), e vi que haviam uns comentários de uns caras chamando ela de linda e tal.. por curiosidade fui olhar uns caras desses e notei 2 que ao que parece, namoram ou são casados, pois possuem fotos de anos atrás com suas parceiras.. eu percebi que ela comentou "lindo!" Em uma foto de junho ( 1 mês antes de me conhecer), e percebi que ela só curtia as fotos em que eles apareciam sozinhos, mas nunca curtia as fotos em que eles estavam com suas namoradas ou seja lá o q ela for. Percebi tbm que no outro caso, ela curtiu bastante fotos do cara, em que ele está sem camisa e mostrando os músculos.. ele é bem barbudo (os dois são), bem forte e também são bonitos (sim, eu os considero homens bonitos pq tenho olhos, e sei o que é alguém bonito)..
Sei lá, não imagino que alguém vá ler tudo isso, eu gostaria de ter um bom amigo para contar isso enquanto peço algum conselho, se deixo pra lá, se pergunto aquilo a ela. Sinto como se quisesse desconfiar de coisas dela, sendo q ela nunca deu motivos. Sou um cara q tem vergonha do meu corpo, não costumo tirar a camisa em público. Também não me acho atraente, e tenho uma personalidade que não chama muito a atenção, não faço muitos amigos.. Eu gostaria de entender tudo isso, ela nunca curtiu ou comentou minhas fotos da mesma forma, quando nos conhecemos, ela disse na época que não ligava pra rede social, que só curtia fotos de famosos e que deixava o Instagram aberto pq não ligava com a opinião dos outros sobre a vida dela..
Eu sei que ninguém é perfeito, e isso nem parece ser um erro dela, mas afetou minha segurança na relação, que está ótima.. Eu me coloquei na posição dela, falando tudo q ela falou pra mim, só que pra outra garota, e fazendo todas essas ações que ela afirmou nunca fazer.. e acho que eu só consigo pensar que estaria mentindo, para passar uma imagem que não condiz com meu íntimo.
É isso pessoal, para quem ler, obrigado pela atenção!
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2019.03.17 23:30 desabafo123 Como a dependência emocional afetou meu relacionamento

A ideia do meu post é compartilhar como meu relacionamento se desenvolveu e algumas situações que marcaram ele. Não é a intenção necessariamente obter aconselhamento de “o que devo fazer? ”, apesar de que estes serão bem-vindos assim como relato de vocês sobre situações semelhantes. O post é longo pois descreve alguns aspectos que considero importante na compreensão de como a dependência e carência emocional, neste caso unilateral, podem dominar uma relação. A conta é throwaway.
Tenho 27 anos e quase que “sempre namorei”, é assim que os que me conhecem me descrevem. Desde os 18 anos tive 4 namoradas que duraram de 1 a 3 anos. A cerca de 3 anos atrás tive meu maior período solteiro, 1 ano e alguns meses e fui genuinamente feliz nesta fase ainda que no fundo estava afim de encontrar aquela pessoa.
Eu tinha então 25 anos e em uma das muitas noites saindo com os amigos conheci ela, com então 18 anos. Percebi que era alguém que tinha vontade de sair mais vezes, e assim fizemos. Um encontro, depois outro, um final de semana juntos, conheceu meus amigos, inclui ela no meu grupo de amigos, conheceu minha família. Avançando alguns meses e descrevendo nosso namoro em velocidade cruzeiro: Nos víamos quarta à noite e no final de semana (de sexta à noite até domingo à noite), quando ela dormia em casa e passávamos 48h juntos.
O tempo que passávamos juntos presencialmente era praticamente perfeito, fazíamos muitas atividades juntos. Eu sempre procurava algo diferente para fazer, fosse algum passeio, alguma atividade, algum barzinho ou balada nova (adorávamos sair beber juntos, curtir, dançar, se pegar, voltar pra casa meio bêbado e continuar se pegando até dormir), e bastante viagens para o interior ou litoral, sempre ficando em algum hotel ou pousada aproveitando o dia e terminando com jantar romântico, fizemos cerca de 10 destas. Sexo muito bom e fazíamos muito.
Uma dinâmica diferente, porém, acontecia quando estávamos separados, cada um em sua casa. Ela se tornava emotiva, carente e por vezes isso parecia deixa-la ansiosa e ter atitudes grosseiras. Procurava razão nos detalhes para justificar que eu “não amava ela”, “não a tratava como prioridade” e era uma pessoa fria. Essa situação se agravou conforme passava os meses de relacionamento.
As razões que justificavam eu “não amar ela” eram por exemplo: demorar para ver e responder mensagem de whatsapp, esquecer de dar bom dia ou boa noite (o que acontecia se eu tinha uma manhã corrida ou dormia sem querer por estar cansado), eu não aceitar ter que reportar para ela diariamente com quais pessoas da empresa fui almoçar ou precisamente que horas havia saído do trabalho (dizia para ela que estava sendo controladora e possessiva, ela que o mínimo que espera de um namorado é que ele de satisfação).
Era comum, cerca de quase toda semana ela vir discutir por alguma situação desse tipo, dizer que passou o dia chorando, pensava em mim o dia todo e que eu estava nem aí. “Sinto como se eu não tivesse um namorado” ela dizia. Eu realmente havia estado nem aí só porque ela mandou uma mensagem bastante grosseira porque eu dei “bom dia” as 10:30 ao invés de as 9h. Eu pensava que era só um enorme drama por nada e não deixava isso abalar meu dia de trabalho, ela, no entanto passava o dia chorando e me ligava a noite dizendo como que eu poderia amá-la e simplesmente não se importar em quão mal ela estava.
Nossa rotina talvez venha a ser bastante relevante neste contexto. Eu trabalho de 10h a 12h por dia, meu trabalho é dinâmico e inclui reuniões diárias, internas e externas, relacionamento profissional com diversas pessoas e empresas. Moro sozinho fazem 2 anos e sou totalmente independente financeiramente sendo responsável pelo controle de gastos, alocação de investimentos e aperfeiçoamento profissional de forma a vir ganhar mais no futuro. Tenho um grupo de amigos próximos que nos encontramos toda semana. Por não morar mais com meus pais, costumo visita-los uma noite por semana. Também gosto de ter um pouco de tempo sozinho, fazendo outras atividades não produtivas. Ainda assim, se eu observar a semana como um bloco de várias horas, eliminar as horas que estou dormindo e no trabalho, eu passava 75% do tempo com ela, ajeitando nos 25% restantes todas estas outras atividades.
Ela faz faculdade de manhã e vai na academia a tarde, apenas isso. Sobre a faculdade vale ressaltar que quando a conheci no final de 2017 ela fazia um curso, em 2018 resolveu mudar para outro e em 2019 decidiu que faria outro, em uma área e faculdade diferente desta vez. No período de férias ela só vai na academia.
Ela não tinha amigos. Zero. Quando a conheci ela estava junto com uma amiga e pareciam bastante próximas. Em cerca de um mês ela se afastou desta amiga e desde então nunca ouvi dizer algo como “vou visitar fulana”, “fulana me convidou para jantar”, “vou no aniversário de fulano” etc. Não sei o nome de nenhum amigo dela porque nunca ouvi falar da existência de algum.
Até mesmo da família dela se afastou, eles eram uma equipe de esporte juntos e participavam de alguns campeonatos. Logo que nos conhecemos ela abiu mão de ir na próxima etapa e tiveram que a substituí-la. Ela inclusive não me dizia sobre alguns eventos que a família dela nos convidava, algum tempo depois eles começaram a me chamar diretamente e justificativa dela para não querer ir era que “o final de semana era nosso tempo de ficar juntos”.
Diante destas situações e mesmo envolvido no relacionamento percebia que algumas coisas não estavam certas. Minha atitude era motivá-la a sair, conhecer novas pessoas, buscar novos hobbies, buscar desenvolvimento acadêmico/profissional para no futuro ter um estágio legal, etc. Esta minha postura foi inclusive mal percebida. Segundo ela, enquanto ela estava lutando pelo casal, para ficar mais juntos, eu estava lutando para que ela achasse distrações e nos afastasse, e ainda, que a ausência de ciúmes da minha parte fazia parecer que eu não a amava.
A essa altura é possível se perguntar porque eu aguentava isso. O que acontecia é que eu dava pouca importância as crises e carências exageradas, me distraindo com as outras responsabilidades da vida. Ao mesmo tempo eu dava bastante importância ao tempo que passávamos juntos no final de semana, que era de bastante proximidade e atividades legais. Achava também que eu mantendo essa postura de não entregar atenção quando vinha com crises e grosserias, e incentivá-la para assumir novas responsabilidades na vida a situação tenderia a melhorar. Mas aconteceu justamente o contrário, e com o avançar da relação ela buscava justificativas ainda mais estranhas para dizer que eu “não amava ela”.
1 ano e meio de relação e ela pede para conversar, vem até minha casa e diz que quer terminar. As justificativas como pode imaginar são “eu nunca senti que você me ama”, “me sinto sozinha durante a semana e você parece não se importar”, “nunca ganhei flores ou presentes fora de época”, “você não posta fotos nossas ou declarações de amor públicas” e por fim “não posso mais perder tempo com alguém que não me ama, preciso estar com alguém que me ama de verdade”.
2 semanas depois estava postando fotos com outro cara. Declarações de “como sou feliz de conhecer alguém que me ame de verdade” e postando um buque de flores que havia ganhado dele.
Procurou inclusive uma amiga minha que eu apresentei a ela para dizer como estava feliz no novo namoro, como ele era perfeito e dava toda a atenção que eu não dava. Que ele assume ela (assumir no contexto dela é postar coisas em rede social). Que não sabia como aguentou tanto tempo se dedicando para uma pessoa que não a tratava como prioridade. Que o fato de eu não correr atrás dela após o término simbolizada a minha ausência de sentimento.
Já passou uns meses e estou bem resolvido com essa situação, sigo a vida normalmente. No entanto passei um bom tempo intrigado com o que aconteceu, pesquisando e refletindo. Hoje levo comigo a conclusão que o que ela experimentou não foi amor de verdade, certamente não um amor maduro e que direciona ambos para o crescimento pessoal e conjunto. Eu apenas supria a dependência e carência emocional dela.
Com o tempo ela precisou de doses ainda maiores de atenção para se sentir satisfeita e preencher o vazio que ela mesma criou, e na iminência de prejudicar outros aspectos da minha vida eu restringia a apenas o que eu citei, trocas de mensagens diárias e finais de semana incríveis, respeitando minha individualidade nos momentos que eu precisava. Bastou então surgir outra pessoa despejando atenção para fazer mais sentido sob o ponto de vista dela transferir o foco de atenção e carência para alguém que “a ama de verdade”.
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2018.09.01 23:05 josimar_oliva Mar de diamantes

Tocava Sonic South — Diamond Sea no fone enquanto Jorson dava voltas e voltas pelo mercado todo. Já tinha passado umas dez vezes por todas as sessões. O mercado estava quase fechando, ele empurrava o carinho e desviava das poucas pessoas automaticamente. Dentro da sua cabeça ecoava as distorções das guitarras de Thurston More e Lee Ranaldo‎. O cansaço e aquela música estava o fazendo entrar num transe muito louco. Todas aquelas cores, todos aqueles sabores, o frio do ar condicionado batendo contra sua pele. O cheiro das frutas com agrotóxicos entupia seu nariz.
Entrou na sessão de biscoitos. Eram tantas opções, tantas cores que ele não sabia o que levar. Gostava tanto de trakinas chocolate, saudades da edição especial sabor banana. Uma gordinha linda com camisa de treinamento arrumava os passatempos que estavam em promoção. Ele chegou perto para pegar um pacote quando ela se virou e olhou diretamente nos seus olhos. Eram os olhos mais cansados e tristes que ele já tinha visto. Ele sorriu e os grandes olhos azuis dela sorriram de volta. Seus olhos tinham o brilho fosco de um pássaro na gaiola. Ela pegou um pacote de passatempo de morango e entregou para ele. No exato momento em que as duas mãos seguravam o pacote, a luz do mercado se apagou. Na escuridão total ouviu ela dizer — “Normal, daqui a pouco volta”.
A luz voltou de fato, mas as outras pessoas que estavam na sessão não voltaram. Só restaram os dois no mercado. As prateleiras a pouco cheias, agora estavam vazias. Ouviu passos pesados e lentos se arrastando. Ao olhar para frente, um monstro de mais do tamanho de uma pessoa se arrastava e fazia barulho de embalagem amassada. Composto dos pacotes de biscoito fundidos, aquela massa de glúten e plástico se aproximava ameaçadoramente deles.
— Corre, corre! — Disse Jorson segurando a mão da loirinha de olhos azuis.
Ouviu o baque do monstro socando a prateleira vazia. E depois o som da madeira que ele tinha jogado nos dois quebrando no vidro da sessão de frios. Entraram na sessão de limpeza onde se depararam com um monstro bolha de sabão enorme tapando a passagem. Seu rosto de dor tentava falar alguma coisa, mas só saía bolhas de sabão da sua boca que quando estouravam faziam o som irreconhecível e ensurdecedor de vários animais urrando de dor.
Voltaram pelo chão escorregadio e ao sair daquela sessão o monstro biscoito já os esperava. Deram meia volta e entraram em uma câmera frigorifica.
O rapaz fechou a pesada porta. Fazia um frio intenso.
— Meu deus, que porra que tá acontecendo?? — Perguntou Jorson soltando fumaça pela boca.
— Não sei e não acredito que essas coisas só acontecem no meu turno. Faltava tão pouco pra eu bater o cartão. — Disse a loirinha desconsolada depois de uma jornada de onze horas de trabalho.
— Qual seu nome? — Perguntou o rapaz de cabelos cacheados.
— Amanda, e o seu?
— Jorson. Então Amanda, nós precisamos sair daqui.
— Não diga.
— Eu até gostaria de passar a noite aqui com você, que nem naquele filme mas com aqueles monstros lá fora não vai ser legal.
— E qual o plano? — Perguntou a menina tremendo de frio.
— Vamos para a porta de saída.
— Não dá, tem aqueles bichos lá fora tapando a passagem.
— Verdade.
— Já sei! Tem a saída do estoque por onde chega a mercadoria. Dá pra chegar lá pelo escritório do gerente. Ele fica no fundo do mercado. — Disse Amanda.
— Perfeito, vamo então.
Ao terminar de dizer isso, ouviu um grunhido alto e poderoso. Em direção a eles vinha vindo um monstro hibrido feito das carnes que deveriam estar pendurados naquela câmera em um dia normal. O monstro tinha a cabeça de porco, o tórax feito das costelas de boi. E as patas que se assemelhavam a mãos e pés humanos eram uma massa de carne sangrenta e gordurosa. Aos pés dele, um pequeno exército de frangos resfriados vinha vindo cambaleando para cima do casal.
Jorson abriu a porta da câmera e os dois saíram correndo para o lado oposto dos outros monstros. Ao passar pela sessão de brinquedos viram as bonecas rasgarem suas embalagens falando coisas em chinês que mais pareciam pedidos de socorro misturados com choro de criança. Ao passar pela estilhaçada sessão de frios, as peças de presunto chafurdavam no queijo derretido. As peças de mortadela latiam como cachorro e rolavam no chão comendo umas às outras. Jorson sentiu uma dessas peças de mortadela morder seu pé. Amanda se adiantou e deu um bico no monstro que voou longe e caiu perto do monstro bolha de sabão. O cão mortadela derreteu como isopor no contato com os produtos químicos.
Chegaram no escritório e fecharam a porta.
— Essa porta aqui que dá pro estoque. — Disse Amanda tentando abrir a porta que estava trancada. — A chave deve estar em alguma dessas gavetas.
Jorson abriu a gaveta da escrivaninha e pegou a chave, uma lanterna e também uma pistola que deveria ser dos seguranças.
— Olha essa belezinha que eu achei.
— Você sabe usar isso? — Perguntou Amanda.
— Claro que não! Mas aprendo na hora.
Entraram no estoque, escuridão total novamente. A potente lanterna iluminava os corredores de produtos. Um labirinto de secos e molhados. Vire e mexe algum saco de arroz ou feijão se mexia e fazia um barulho grotesco. Como se alguém estivesse preso dentro do saco, pedindo ajuda sem conseguir respirar.
Andaram um belo tempo naquelas ruas até encontrarem a porta dupla por onde entra as mercadorias, mas estava trancada também.
— Agora fudeu de vez! — Disse Jorson tentando abrir a porta na força.
— Jorson? Jors..? O que é aquilo ali? — Disse Amanda apontando para cima.
— QUE PORRA É ESSA, MALUCOOO??
A lanterna apontava para o teto do estoque onde estava terminando de se formar um enorme monstro feito dos produtos ensacados. Era literalmente uma cesta básica gigante. E o que o monstro tinha de grande ele tinha de lento. Jorson ainda tentou atirar nele com a arma, mas foi em vão. O monstro levantou o gigante braço o deixou cair causando um pequeno terremoto no ambiente. Amanda puxou os dois para o lado e por pouco o casal não era esmagado pelo golpe.
Correram em direção a entrada do escritório. O monstro gigante vinha destruindo tudo atrás deles. Passaram pelo escritório e saíram novamente no mercado. Entraram na sessão de bebidas. Logo após passarem correndo pelas coca colas, todas as latinhas e garrafas de refrigerante foram se estourando saindo de dentro delas um mar de ratos que faziam um grunhido ensurdecedor.
Eles corriam em direção a porta de saída, mas ao chegar viram que porta estava trancada também. Jorson tentou dar um tiro, mas o vidro era temperado e a prova de balas. Estavam encurralados. De um lado o monstro bolha e de outro o monstro biscoito, os ratos das cocas vinham vindo como um cardume de peixes podres. A cesta básica gigante vinha quebrando o teto, as luzes e tudo que via pela frente. Os dois sentaram no chão e se abraçaram. O mar de ratos os engolira.
O celular de Jorson caiu no chão, começou a tocar novamente Diamond Sea. Os ratos se dissiparam fugindo daquele som cheio de distorções e efeitos. Jorson pegou o celular ainda tocando e apontou para o monstro bolha que logo se estourou. Logo após apontou para o monstro biscoito que deu meia volta e fugiu pelo corredor. Nisso Amanda o puxa novamente para desviar da braçada da cesta básica gigante. Correram e passaram por cima da bolha estourada no chão.
Esbaforidos, pararam em frente a porta da câmera frigorifica. Jorson perguntou:
— Você viu que o som destrói os monstros?
— Vi sim, mas acho que não vai funcionar com o gigante.
— A gente poderia usar esses amplificadores que tocam a rádio do mercado. Onde fica a mesa de som?
— Fica lá no escritório do gerente. Se o monstro não tiver destruído dá pra gente usar.
Foram correndo passando pelos escombros que o monstro cesta básica deixou ao passar. No meio da destruição do escritório, no canto da sala a mesa ainda estava lá intacta. O chão tremia e ouvia-se os passos do monstro se aproximando.
— Como você vai ligar isso aí? — Perguntou Amanda enquanto via o a silhueta da cabeça do monstro pelo buraco no teto.
— Deve ter algum cabo auxiliar por aqui. — Disse Jorson puxando vários cabos da mesa de som.
O monstro gigante levantou o braço lentamente para destilar o golpe mortal. Amanda pegou a arma da cintura de Jorson e descarregou no monstro sem surtir efeito. O braço enorme de arroz e feijão descia lentamente para o golpe fatal.
— AQUI, ACHEI!! — Disse Jorson colocando o pino P2 no celular e aumentando no talo o botão de volume da mesa.
Todas as caixas de som do mercado tocaram ao mesmo o som azul daquelas guitarras distorcidas e barulhentas que chacoalhavam ao mesmo tempo sob uma linha de baixo frenética e pesada. O monstro gritou de dor, colocou a mão nos ouvidos tentando se proteger da onda de som e explodiu como se fosse um diamante em zilhões de pedaços pelo ar. Chovia grãos de arroz, feijão, milho e tudo que tinha naquela sacaria.
A luz se apagou novamente, a escuridão se misturava com o noise do final da música.
Ao voltar a luz, os dois estavam abraçados no chão do escritório que estava normal e arrumado como era antes. Ouviram a porta abrir.
— Amanda, o que você tá fazendo aqui? Te procurei o mercado inteiro. Já fechamos até a porta da frente — Disse o gerente olhando com cara de blasé. — Quem é esse aí? Seu namorado? Vocês podem conversam lá fora que agora eu só quero ir pra casa. E não esquece de bater o cartão.
Ao passar pela sessão de biscoitos viram o pacote de passatempo no chão, tudo estava como antes.
— Meu deus, o que que foi isso? Será que foi tudo um sonho?
— Não sei, mas acho que eu vou pedir demissão. Não ganho o suficiente pra isso, fora que esse tempo todo nem vai para o banco de horas. — Disse a menina com cara de cansaço extremo.
— E eu nunca mais como biscoito nenhum.
Os dois saíram pela portinha do mercado. Os últimos clientes colocavam suas compras nos porta mala dos carros. Um funcionário recolhia os carrinhos que o povo deixava pelo estacionamento. O céu muito limpo e estrelado brilhava como um mar de diamante.
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2018.04.20 20:34 CarroR24311 Como eu uso o Tinder pra despertar a “GP” interior em algumas mulheres

PRIMEIRO PASSO - O PERFIL
Bem, meu objetivo no Tinder sempre foi obter encontros com finalidade estritamente sexual, mas ao mesmo tempo precisava manter minha identidade preservada. Não estava buscando uma namorada, amante, crush, ou nada do tipo. "Ah, CarroR24311, mas não seria mais fácil então sair com uma GP?" Sim, seria...mas minhas motivações nem sempre são muito simples de serem definidas ou explicadas; encontro prazer no inusitado, no inesperado, na surpresa. Gosto de jogos, e me pareceu um jogo interessante essa "pescaria"...jogar a isca e ver quem nesse universo tão variado de meninas que aparecem todos os dias na descoberta do Tinder cairia na minha rede. Sabia desde o primeiro momento que seria uma loteria...sair com meninas das quais eu não sabia nada, das quais não tinha nenhuma informação senão meia dúzia de fotos e uma descrição que geralmente se resumia a signo, altura, gosta da série tal, dispensa quem quer apenas sexo (essa parte geralmente era a mais engraçada, por motivos óbvios).
Assim, o primeiro passo foi criar um facebook apenas com a finalidade de usar o Tinder, já que é obrigatório vincular uma conta do face ao Tinder. Feito isso, é hora de criar o perfil...por via de regras, no Tinder as pessoas avaliam as outras com base nas fotos e uma breve descrição. No meu caso a minha foto não mostrava a minha pessoa, mas sim uma sugestão sobre o meu objetivo ali. E minha descrição era bem objetiva, do tipo "Sou casado, busco relacionamento sexual e como retribuição ofereço um valor de até $$$ por cada encontro. Não busco romance ou namoro, ofereço e exijo o máximo de discrição".
SEGUNDO PASSO - A PESCARIA
Nesse momento se define o que se deseja, podendo limitar sua escolha por localização e faixa etária. No meu caso, no começo eu defini que gostaria de visualizar apenas meninas de 18-22 anos e localização de até 160 km do meu local. Nesse primeiro momento eu geralmente dava likes indiscriminadamente, queria mais ter um feeling se meu perfil iria fisgar a atenção de alguém. Logo no primeiro dia consegui 8 matchs, e então passei a ser mais seletivo, reduzindo o "range" de distância e concentrando meus likes apenas nas meninas que de fato me chamavam a atenção.
TERCEIRO PASSO - DEI MATCH, O QUE FAÇO AGORA
Bem, eu uso a seguinte regra: se dei like por último, eu começo a conversa, se a menina deu like por último, espero ela começar. No meu caso, tudo sempre começa com o famoso "Bom dia, tudo bem com você?", e em seguida eu pergunto se ela leu meu perfil por completo, se existe alguma dúvida com relação à minha proposta. Acho isso importante pois reforça a objetividade da oferta e não dá muita margem para a menina ficar de papo furado depois. Na maioria dos casos as meninas afirmam terem lido e estarem de acordo. Mas também na maioria dos casos elas vão querer saber um pouco sobre você, sua motivação, e principalmente, vão querer uma foto sua. Posso afirmar que 99% vão pedir para ver uma foto antes de seguir em frente, e existem mil maneiras que você pode enviar uma foto: colocando no próprio perfil do Tinder e depois tirando (não gosto de fazer isso, pois alguém conhecido pode justamente estar olhando seu perfil naquele exato momento), upando em um tumblr da vida e passando o link, ou então passando a conversa do Tinder para o popular WhatsApp. Eu geralmente uso essa última.
Bem, daí pra frente vai de cada um. Você vai ter que conversar com a menina e combinar o seu encontro. Eu geralmente pergunto à menina se ela prefere encontrar antes para tomar um café, conversar um pouco, quebrar o gelo, afinal de contas são garotas que na maioria das vezes nunca fizeram sexo em troca de dinheiro e ficam preocupadas de você ser um maníaco ao algo do tipo. Para uns 20% isso foi muito importante, e eu não teria sucesso com elas se não tivesse colocado essa possibilidade. As demais foram de boa para abate sem floreios. Também é bom salientar que na maioria dos casos de encontros pelo Tinder não é a menina que vem ao seu encontro. Você vai ter que ir atrás...e isso pode ser um empecilho para alguns.
Outra coisa, eu não pedi nudes para nenhuma menina. Como já disse lá no início, encarei essa experiência como uma loteria, e solicitar fotos sem roupas poderia colocar em risco meu objetivo. Tem muita gente no Tinder que fica só pedindo foto, e as meninas por razões óbvias vão ter muito receio de encaminha-las para um estranho. Em razão disso, tive alguns desapontamentos, mas no fim, como Edith Piaf posso afirmar que "Je ne regrette rien"
Com relação à duração dos encontros, isso também era algo totalmente em aberto. Eu particularmente preferia não definir nada, deixar rolar...assim, para algumas meninas eu paguei para ficar uma noite inteira o mesmo que valor que gastei para passar 20 minutos com outras.
Enfim, o resultado dessa experiência foram encontros com 19 meninas, das mais diversas origens e classes sociais. Vou descrever um resumo de cada um, para que tenham uma ideia do que poderão encontrar...
Menina 1 - Mesquita - 20 anos - Funcionária Pública
Bem, essa foi fisgada ainda na primeira leva de likes. Mulata, não muito bonita de rosto, mas tinha um corpão de passista de escola de samba. Combinamos na praça, e na hora marcada ela estava lá. Eu estava nervoso por ser meu primeiro encontro, e ela nitidamente também estava. Quando ela entra no carro bateu uma bad, pois as fotos haviam pegado apenas seus melhores ângulos, que eu pessoalmente não conseguia enxergar. Enfim, mas eu já estava ali, então ia tentar fazer daquele limão uma limonada. Já no carro ela começa a me elogiar, dizendo que me achou bonito e que não entendia o porque de eu estar pagando para sair com garotas, e no caso, estar saindo com ela. Eu pensei a mesma coisa, mas não disse. Como eu havia combinado antes com ela de sairmos para comer algumas coisa, fomos para o shopping almoçar e conversar um pouco, antes de ir para o hotel. Bem, pelo menos sem roupa ela compensava a cara. Menina bem gostosa, seios médios, bundão. pedia para chamar ela de puta e por fim, me ofereceu atrás que eu claro, não recusei. mas logo em seguida bateu a bad de novo, e disse a ela que tinha um compromisso e ia precisar ir embora. Devemos ter ficado em torno de 1 hora no hotel...na hora de pagar ela ficou muito constrangida, a princípio não quis receber. Mas depois de minha insistência, ela acabou aceitando.
No caminho para deixá-la de volta em casa ela contou que imaginava que iríamos ficar mais tempo, mas que como saiu cedo iria conseguir ir à reunião do grupo de jovens na igreja 54** . Achei essa parte engraçada, mas segurei para não rir. Dois minutos depois de deixá-la no local onde a peguei, descombinei no Tinder e fui seguindo meu caminho pra casa, quando ela me manda uma mensagem pelo WhatsApp perguntando o porque de eu ter descombinado. Enfim, como justamente estava nessa para não ter que dar satisfação a ninguém, não respondi e tratei de bloqueá-la no WhatsApp também. Ela foi a primeira de 36 contatos que estão bloquedos hoje no meu telefone, que vão de garotas que eu já saí e não quis repetir até meninas com quem eu comecei a conversar mas decidi por não encontrar.
Menina 2 - Volta Redonda - 21 anos - Estagiária em Escritório de Advocacia
Sim senhores, nesse afã por ppk eu fui parar em Volta Redonda. Como no começo meu "range" estava de até 160 km, acabei dando match com essa menina de lá, e ela me chamou tanta atenção que decidi que valeria a viagem. Pelas fotos do tinder e instagram ela parecia com a Mulan, personagem de um desenho da Disney. Na conversa pelo WhatsApp se mostrou instruída, tranquila, o que me animou ainda mais em encontra-la. Com ela não teve papo antes...nos encontramos e fomos direto para o hotel. Era a segunda vez que encontrava alguém em troca de grana e estava juntando para por silicone. Dei duas com ela, e poderia ter dado mais se quisesse, mas eu tinha que voltar ao Rio para trabalhar. Enfim, apesar de ter sido legal, não tinha intenção de repetir, então foi para o saco dos blocks também.
Menina 3 - Santa Cruz - 18 anos - Blogueira e Hostess
Fiquei impressionado com as fotos dela. Pelo WhatsApp a menina me pediu um monte de fotos, perguntou um monte de coisas, já estava ficando puto, mas como queria muito conhecê-la fui relevando. Até que ela passou um pouco dos limites, perguntando coisas da minha vida pessoal, daí eu dei-lhe um fora, e já imaginava que ela ia me xingar e cair fora, mas o oposto aconteceu. Ela pediu desculpas e ficou mansinha, me mandou até nudes sem eu pedir. hahahaha
Enfim, fui encontrá-la em Santa Cruz, e a menina queria manter as luzes apagadas no quarto. Muito gostosa, mas tinha um comportamento meio estranho. Parecia sofrer de distúrbio de dupla personalidade. Enfim, essa eu não bloqueei, pois achei que valeria a pena encontra-la novamente, mas três dias depois ela vem com uma história que estava precisando de grana para por implante no cabelo, se eu não podia adiantar, e tal...bem, percebi que essa mulher ia ficar no meu pé, então mais uma foi morar no saco dos blocks.
Menina 4 - Tijuca - 18 anos - Universitária
Quando dei match com ela eu nem acreditei. A menina era muito gata, mas muito mesmo...um corpo perfeito, conforme pude ver pelas suas fotos de biquíni. O relacionamento com ela extrapolou um pouco os limites que eu havia determinado para mim mesmo. Fui dormir na república onde ela morava, falava com ela todos os dias, já não pagava mais, mas a coisa já estava saindo do controle, então preferi me afastar. Dessa eu tenho saudades..
Menina 5 e 6 - Tijuca - 18 e 21 anos - Universitárias
Dei match com a de 21 anos, que durante as conversar informou que uma amiga também estava interessada. Me mandou fotos da amiga, que de fato parecia ser muito gata. Perguntei se ela e a amiga se pegavam, ela disse que não. Eu então questionei o sentido de eu sair com as duas. Elas disse que estava precisando muito de dinheiro, e que poderia fazer "2 pelo preço de 1,5". Bem, como eu estava muito afim de comer a amiga dela, topei. Nesse eu me dei mal...a amiga de fato era gata, mineira, 18 aninhos, branquinha, peitões. Uma delícia. Agora a menina que eu dei match era simplesmente diferente das fotos!!! Uma gordinha baixinha que eu não pegava nem de graça...mas é aquilo, "tá no inferno, abraça o capeta".
No hotel, as duas não podiam ficar no mesmo ambiente pois a mineira (que apesar de linda parecia um bicho do mato), tinha vergonha de dar na frente da amiga. Assim, a comi no banheiro enquanto a gordinha ficava no quarto olhando o que tinha na geladeira. Estava bom com a mineira, até que ela dá um troço e fala "agora vai com ela"...hahaha. Quase me desesperei, argumentei que estava bom ali, que não queria parar naquele momento, mas ela disse que estava ficando com a buceta ardendo por causa da camisinha. Enfim, muito puto fui comer a gordinha, que pelo menos tinha uma buceta quentinha e apertada...botei o travesseiro na cabeça dela e percebi que daquela forma, com ela de 4, até que não estava de todo ruim. Enfim, gozei e quando eu viro por lado a mineira já estava vindo arrumada do banheiro. isso não tinha passado nem 40 minutos de quando havíamos chegado. Pra não me estressar, levei as duas embora com a intenção de nunca mais ver a cara das delas. Até que um dia recebo uma mensagem no whatsapp de um número desconhecido, e para a minha surpresa era a mineira, que estava querendo sair de novo comigo (ou seja, estava precisando de grana). Falei que ela estava doida, que tinha me decepcionado da última vez e não estava afim de me aborrecer novamente. Daí ela falou que ia se esforçar para me agradar desta vez, pediu desculpas, quase implorou. Como ela era gostosa, e estava aparentemente arrependida, lá fui eu encontrá-la. Até que de fato foi melhor, mas ela estava afim de um patrono, e eu não queria ter compromisso de ter de ficar saindo sempre que ela precisasse de grana, então botei ela no saco junto com as outras.
Menina 7 - Baixada - 20 anos
Essa prefiro não relatar, sorry.
Menina 8 - Nova Iguaçu - 18 anos
Essa eu conheci por intermédio da menina 8, então boto na conta do tinder também. Branquinha, linda, uma princesa...essa eu faço questão de encontrar até hoje.
Menina 9 - Duque de Caxias - 18 anos - Lojista
As fotos dela eram sensacionais. Os seios foram os que mais me chamaram a atenção, mas o rosto era lindíssimo. Por isso até fiquei meio cabreiro. Mas ao vê-la pessoalmente fiquei impressionado em como ela era ainda mais bonita. Segundo ela, eu era apenas o segundo cara com quem ela fazia sexo na vida. O primeiro havia sido um namorado com quem ela havia terminado apenas dois meses antes. A menina era muito, mas muito gostosa, e além de tudo ainda deixou eu fazer várias coisas loucas. Detalhe, ela disse ter uma irmã gêmea, o que foi suficiente para aflorar em minha mente os mais perversos pensamentos. Infelizmente não encontrei mais com ela, embora tenhamos nos falado algumas vezes depois. Fico na esperança, pois dessa também tenho muitas saudades
Menina 10 - Magé - 20 anos - Universitária
Loira, 1,75 m de altura, mulherão. Mas com carinha de menina...essa foi engraçada, pois demoramos a nos encontrar. Ela só podia em um dia específico da semana, num espaço de duas horas. Como fui descobrir depois, ela estudava com o namorado, e a única matéria que eles não faziam juntos caia nesse horário. Então eu a pegava na porta da faculdade, saía correndo pro hotel, e antes da aula terminar eu tinha que deixá-la de volta, pois ela ia para casa com o corno. Nos encontramos 3 vezes, e só paguei a primeira...nas outras ela me chamou, pois como o namorado dela não comparecia (eram crentes), ela sentia falta de sexo e acabava pedindo minha "ajuda". Saí fora pois fiquei com receio de dar merda, mas valeu a pena a aventura.
Menina 11 - Duque de Caxias - 22 anos - Comerciante
Me chamou atenção pois parecia ser linda de rosto pelas fotos. E de fato era muito mas muito bonita. Mas tinha um corpo meio estranho. Já era mãe, e a gravidez acabou judiando da menina. Mas tinha os maiores seios que já vi na vida, ainda que um tanto que moles. Gente boa, não tive coragem de dar block de primeira, mas também não queria mais sair com ela. Só que ela ficava me mandando mensagem direto, daí não teve jeito e mandei pro saco também.
Menina 12 - Duque de Caxias - 21 anos - Universitária
Essa foi engraçado. Menina de Goiânia, nos falávamos pelo WhatsApp e seu sotaque dava o maior tesão, aquele "amorrr" fazia o pau subir na hora. Mas a menina era muito carente, e já no chat ficava falando que não ia querer receber pois tinha medo de isso afetar nosso futuro 08** 08** 08** . Bem, no dia do encontro saímos antes para tomar conversar, tomamos um chá, e a menina estava cheia de amor. Já no hotel se mostrou uma devassa na cama, muito gostosa, mas ela estava afim de romance, então tive de sair fora.
Menina 13 - Barra da Tijuca - 18 anos - Só fuma maconha 70**
Essa menina eu já encontrei algumas vezes. Tem um perfil social que difere da maioria das outras pois é de família abastada. Mora em uma mansão em condomínio fechado da Barra, tem tudo o que quer, e sinceramente eu não sei por que está nessa. Acho que ela curte o lance da aventura, sei lá...nunca entendi. Mas enfim, é gostosa demais, muito safada, então eu vou aproveitando.
Menina 14 - Campo Grande - 18 anos - Trabalha mas não sei aonde
Essa menina foi meio estranha, bonita, vivia me mandando nudes perguntando quando eu iria encontrá-la, até que um dia resolvi ir na longínqua Big Field. De fato muito gostosa, mas muito estranha também. Eu a elogiei assim que nos encontramos, tipo "você é muito bonita", e ela "eu sei!" 17** . Já fiquei meio bolado...calada, não falava absolutamente nada até chegarmos ao hotel. Bem gostosa, mas não me senti a vontade em nenhum momento com ela. Até que uma hora ela começa a ter dificuldades para respirar, e eu fiquei super bolado pensando que a menina ia morrer...ela disse que isso era normal, que ela precisava tomar um remédio para melhorar. Daí falei para irmos embora, mas ela não queria ir. Eu ficando desesperado, mas ela aparentou melhorar. Fumava igual um saci....fui puxar assunto, comentando que ela era muito quieta, até estranha. Que eu estava com medo dela...hahaha. Ela começou então a contar a história dela, que tinha vivido em orfanato até os 13 anos, um monte de história triste, daí fiquei na bad e insisti que tinha que ir embora. Finalmente ela aceitou. Nesse dia tive duas alegrias, uma quando a encontrei, e vi que era bonita, e outra quando consegui me ver livre dessa doida. Óbvio que foi para o saco.
Menina 15 - Jacaré - 18 anos - Terminando 2º grau
Menina bonita, mas meio feminista. Não depilava a perna nem as axilas. Estava menstruada quando nos encontramos (só descobri na hora), não chupava (nas palavras dela "não faço aquele job"), enfim, desastre total. E o pior é que ela ficou me ligando depois querendo me encontrar de novo...
Tiveram mais 4, inclusive uma que mora no Leblon, que eu até agora não acreditei que deu match. Conheci-a dois dias atrás e estou praticamente apaixonado. A mulher é tão linda, mas tão linda que só o fato de eu ter saído com ela valeu por todos os infortúnios que passei. Mas agora estou com preguiça de descrever, e esse texto está ficando muito longo. hahahaha
Enfim, fora essas, ainda tem 19 matchs para desenrolar, e isso tudo em pouco mais de 1 mês. As experiências foram das mais diversas, e dá para comer uma menina por dia nesse tinder se você tiver disposição, grana e tempo.
Espero que tenha sido útil para quem ainda tem dúvidas sobre a utilização desse app. Eu já estou perdendo o fôlego, tem umas meninas que ainda quero conhecer pois me chamaram muito a atenção, mas depois disso vou dar uma parada. Administrar a logística para todos esses encontros não foi fácil. Mas valeu a pena!
TL;DR: ofereço grana pra mulheres “normais” no Tinder em troca de sexo e elas aceitam. Seguem também relatos de alguns encontros.
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